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Quem tem um projeto de pesquisa com resultados inovadores e uma empresa recém criada para explorar a oportunidade, dificilmente encontrará uma fonte de financiamento melhor do que o PRIME. Essa sigla representa o Programa Primeira Empresa Inovadora, da FINEP. Essa agência do Governo é mais conhecida pelos seus Editais, Fundos Setoriais e outros programas de financiamento. Também é conhecida por ser focada no investimento em pesquisas científicas.

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A Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, é a agência do Governo Federal do Brasil encarregada de fomentar a Pesquisa Científica e a Inovação no país. A agência atua junto as instituições de pesquisa públicas ou privadas por meio financiamentos.

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Captar dinheiro para lançar uma empresa é sempre uma tarefa difícil, é preciso planejar e construir uma estratégia para conseguir o capital. Uma ideia sólida e um modelo de negócios rentável é um bom começo para esse planejamento, mas também é fundamental saber onde procurar o dinheiro.

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Captar dinheiro para lançar uma empresa é sempre uma tarefa difícil, é preciso planejar e construir uma estratégia para conseguir o capital. Uma ideia sólida e um modelo de negócios rentável é um bom começo para esse planejamento, mas também é fundamental saber onde procurar o dinheiro.

Existem várias fontes de capital para Startups. Suas características diferem quanto ao montante de dinheiro que costumam oferecer, a fase da empreendedora a qual mais se adequam, as garantias e contrapartidas que exigem, dentre outras coisas. Segue uma lista da principais fontes de capital para Startups.

Poupança

A Poupança dos fundadores é uma fonte de recursos presente na trajetória de quase todas as Startups. Investir o próprio dinheiro na nova empresa, é uma forma de garantir o mínimo de credibilidade e segurança ao negócio. Ninguém irá querer investir em uma empresa cujos próprios fundadores não têm coragem para aplicar seu dinheiro.

Os recursos da Poupança são usados principalmente para viabilizar a construção do Plano de Negócios, de cuja qualidade depende o futuro da Startup. Mas há também fundadores mais abastados que possuem capital na Poupança suficiente inclusive para atuar na fase de aquisição de recursos estruturais (ex:equipamentos, empregados, espaço para instalação, etc.).

Amigos e Família

Ninguém confia mais em você do que as pessoas de sua própria família (amigos inclusos). Tendo dinheiro para investir e disposição para correr um pouco de risco, seus familiares podem ser uma boa fonte de capital para a Startup.

Empresas de setores tradicionais, pouca inovadores tem mais chances de conseguir dinheiro com familiares, porque seus negócios são mais fáceis de entender e essas pessoas não são experts em tecnologia e investimentos.

O montante de capital ofertado por essa fonte ainda é pequeno, mas consideravelmente maior do que os recursos de Poupança do fundador. A liberação do dinheiro por familiares também é mais rápido que outros investidores externos, porque o processo de apresentação da Startup dispensa a avaliação dos fundadores.

O acordo para a transferência de capital geralmente é informal, garantido pela "palavra" das partes. Mas nada impede, sendo recomendável inclusive, a assinatura de contratos, como notas promissórias e divisões societárias.

Anjos

Anjos ou ''Angels'' são pessoas físicas que investem em novos empreendimentos de risco. O Anjo típico faz investimentos entre R$ 10 mil e R$ 300 mil, sendo ele próprio um empreendedor ou ex-empreendedor.

Esses investidores têm preferência por negócios geograficamente próximos de sua residência. Também preferem investir em empreendimentos de ramos comerciais específicos, onde ele tem experiência profissional.

Tendem a exigir menor retorno sobre o capital, uma vez que são meno financeiramente motivados do que grandes investidores.

Capitalistas de Risco

Também conhecidos como ''Venture Capitalists'' (VCs) são investidores dispostos a investir milhões de Reais em negócios muito bem selecionados. Os VCs na verdade são administradores de grandes fundos de investimento, que captam dinheiro de investidores institucionais (fundos de pensões, bancos, empresas, etc.) ou de pessoas muito ricas.

Esses fundos de VC geralmente possuem prazo de validade, sendo liquidados após certo período de tempo. Em troca da administração do fundo, os VCs cobram um comissão sobre os lucros e uma taxa de administração independente da rentabilidade.

VCs são conhecidos pelas altas exigências que fazem a qualquer empreendedor que queira de se associar a elas. São investidores ativos, que participam das decisões diárias da Startup por meio de conselheiros e funcionários nomeados por ele.

Os VCs geralmente são firmas especializadas em Capital de Risco e muito bem estruturadas. Possuem uma rede de contatos que pode facilitar muito para uma Startup adquirir recursos e posteriormente oferecer seus produtos ao mercado.

Por possuirem prazo máximo para saída, os VCs são muito focados no retorno financeiro e fazem desinvestimentos através de Ofertas Públicas de Ações e outras operações financeiras de grande vulto.

Bancos

Em geral Bancos não investem em Startups, mas podem oferecer empréstimos especiais para os empreendedores. O Banco tem a característica de exigir garantias patrimoniais em troca de qualquer capital, mas as regras para pagamento dos empréstimos podem ser flexibilizadas.

Podem ser oferecidas linhas de crédito, que permitem saques a qualquer momento, até um limite máximo e a taxa de juros pré-fixadas. Bancos também oferecem empréstimos comerciais típicos, em que o dinheiro é sacado de uma só vez, porém para empreendedores pode ser oferecida uma carência para o pagamento, pelo menos até que a Startup gere fluxo de caixa positivo.

Programas do Governo

No Brasil, uma das maiores fontes de financiamento para Startups é o Governo, principalmente para empreendimentos de base tecnológica. Não possuímos um mercado nacional desenvolvido para a atuação de Anjos e Capitalistas de Risco, por isso as vezes o Governo faz as vezes de investidor.

Programas do Governos são divulgados por meio de Editais, que definem as regras para a seleção dos empreendimentos. O montante de dinheiro varia de alguns poucos milhares de Reais, até milhões de Reais.

O investimento pode procurar o lucro ou não, havendo inclusive modalidades em dinheiro algum é exigido de volta, no que é chamado de Empréstimo a Fundo Perdido. Quando o Governo exige retorno financeiro em troca por um investimento, geralmente o lucro esperado não é uma muito grande, sendo muito vantajoso para a Startup receber capital do Governo.

O capital Governamental é administrado por Agências de Fomento ao Empreendedorismo, como o Sebrae, a FINEP e o CNPQ. Muitos Estados ainda possuem sua própria agência de investimentos, sendo a não interferência administrativa prática comum entre elas, ao contrário do que ocorre com os Capitalistas de Risco.

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